DJ Marky salvou minha vida, de novo

O DJ e jornalista Carlos Albuquerque, o Calbuque, DJ Marky e eu: conversa à beira-mar durante a edição 2001 da Winter Music Conference, Miami (EUA)

Vocês já devem ter ouvido a expressão “a noite passada um DJ salvou minha vida”. No idioma original, a oportuna frase está na canção “Last night a DJ saved my life”, lançada pelo grupo Indeep, em 1982, e no título do livro Last night a DJ saved my life: The history of the Disc Jockey, editado pelos jornalistas Bill Brewster e Frank Broughton, em 2000. Pois bem, no meu caso, um DJ salvou o início de noite do último sábado, 3 – soube mais tarde que ele acabaria por salvar todo o meu final de semana, sofrível, mas isso já é uma outra história. O responsável pelo salvamento irrestrito foi o genial DJ Marky, durante a transmissão de Terremoto, programa que ele conduz há quatro anos na rádio Energia 97 FM - o que acontece todo o sábado, das 18h30 às 20h. Há muito tempo, digo, muito tempo mesmo, é raríssimo eu ligar o aparelho de som, selecionar a opção rádio e sintonizar alguma emissora no dial. Mas, excepcionalmente, tive a sorte de acompanhar a transmissão, ao vivo, de casa, enquanto tramava o impossível. E pretendo fazê-lo em outras ocasiões. Afinal, como eu disse, fui salvo pelo DJ e por suas considerações acerca do que era apresentado. O drum n' bass reconforta. Deveras agradecido, Marky. Deveras.

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