Os álibis

Estamos aqui, prenúncio do amanhã
Fantasmas exaustos deitados no divã
Segredos, intrigas, vestígios da ilusão
A paz provisória colocada em questão
Quietude dos bosques, juras no contratempo
O efêmero da certeza é o que nos serve de alento
Penumbra ao longe, orvalho em formação
Quem tem todos os álibis, nos olha, sorri e diz não

Comentários

Anônimo disse…
Diz não...e ainda sorri esse tal dono(a) de todos os álibis!

Rodrigo, gostaria muito de saber onde posso encontrar seus textos poéticos e/ou jornalísticos. Existe alguma compilação deles, ou estão espalhados por aí?
Grande abraço.

Marcos Correa
Rodrigo Carneiro disse…
Salve, Marcos! Não há ainda uma compilação. Os textos estão espalhados, mas estou reunindo os danados para um livrinho. Obrigado pela visita. Abraços.

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