Ademã, que eu vou em frente



Via Facebook, o amigo DJ Nuts chama atenção para essa seleção de entrevistas do colunista social Ibrahim Sued produzidas para o Fantástico no final dos anos 1970. Notem o texto que o folclórico repórter manda no início do impagável bate-papo com Aracy de Almeida:“Panteras e panterinhas, sobretudo, cucadinhas, vocês da nova geração, da geração pão com cocada, não têm ideia do que representou e representa na história da música popular brasileira, Aracy de Almeida”. Ao ser questionada sobre o abandono da música em função da atividade de jurada em programas de TV, a intérprete preferida de Noel Rosa diz: “Nunca gostei de cantar, Ibrahim. Tinha necessidade de cantar para faturar”. Demais. Assistam também às inacreditáveis conversas com Juca Chaves, Florinda Bolkan, Chiquinho Scarpa e Sônia Braga. Ademã que eu vou em frente, de leve.

Comentários

ostresmacacos disse…
Brother...umas das melhores coisas que vi. Mesmo sendo na época da ditatura, há 35, Ibrahim conseguia ser menos careta do que são hoje em dia. O "politicamente correto" está acabando com o humor e a criatividade.
rodrigo carneiro disse…
Uma maravilha essa seleta de bate-papos, né? Abs
Edson disse…
Rapaz...!!
Que saudades...
Cheguei ao seu blog porque resolvi escrever uma mensagem no meu facebook e citei o "de leve" lembrando imediatamente do Ibraim.
Então, aproveitei e dei uma pesquisada no Google e ainda acrescentei na minha mensagem um "Ademã, que eu vou em frente!".
Inesquecível prá mim que tenho 44 anos!
Gostaria de morar numa rua com o nome Rua Ibraim Sued!
Abraços e parabéns pela lembrança!
rodrigo carneiro disse…
Obrigado pela visita e pelo comentário, Edson! Adorei reencontrar essas imagens. Abraço.

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