Pular para o conteúdo principal

Diga lá, Romulo



"Todas as minhas influências musicais vêm de dentro do Brasil, de coisas que já foram feitas aqui. O Radiohead não me ensinou absolutamente nada. Nem o Joy Division, que eu amo, nem o New Order", do brother Romulo Fróes, que lança o sensacional álbum duplo No Chão sem o Chão (YB), em entrevista concedida a Marcus Preto, publicada nesta terça-feira na Ilustrada, do jornal Folha de S.Paulo.

Comentários

Fernando disse…
Fica a dica para o músico Maurício Pereira e sua animada trupe. Pra Marte é uma música particularmente imperdível.
Rodrigo Carneiro disse…
Mauricio Pereira é gênio e Pra Marte é uma música realmente bela. O levamos no programa em 2007:

http://www.youtube.com/watch?v=8F4dV0VDj4c

abs

Postagens mais visitadas deste blog

Escovinha ou função, um breve estudo sociológico

'Back in black' (1986), do Whodini; “I’m a ho!” é a quarta faixa do álbum Dia desses, no Facebook, o amigo Neco Gurgel postou uma música do Whodini, a clássica “I’m a ho!”. Nos bailes black de periferia, o refrão da faixa era conhecido e sobretudo cantado como “Desamarrou (e não amarrou)”. Paródias do tipo eram bastante comuns naqueles tempos, final dos anos 1970, começo dos 1980. Na tradução marota da rapaziada, o funk "Oops upside your head", da Gap Band, por exemplo, ficou informalmente eternizada como "Seu cu só sai de ré". Já “DJ innovator”, de Chubb Rock, era “Lagartixa na parede”- inclusive gravada, quase que simultaneamente, por NDee Naldinho, em 1988, como “Melô da lagartixa”. A música do Whodini, lançada em 1986, remete a um fenômeno que tomou as ruas do centro de São Paulo, e periferias vizinhas, antes da cultura hip hop se estabelecer de fato: o escovinha, também chamado de função. Em “Senhor tempo bom”, de 1996, os mestres Thaíde & DJ Hu