A vingança não é um prato que se come frio. É, convenhamos, um mico colossal. Troço de uma contraproducência risível. Nesta noite garoenta de primavera, incontáveis provas disso fizeram-se presentes. Aliás, de novo.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado
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