Coleção de discos


por André Dahmer.

Comentários

Jesse Navarro disse…
É engraçado mesmo. Conheço antigos colecionadores que se livraram de tudo e argumentam que é so comprar uma mídia pirata ou baixar em mp3. Ainda sou mais pegar o vinil na mão, colocá-lo na vitrola, ouvir aquele chiadinho gostoso no começo do disco, apreciar o som e pirar nos encartes: capas, letras, fotos... Um Sargent Peppers é multimídia, imagine o iniciante ouvindo aquela obra e, então, ela diz: conheço o Sgt Peppers, comprei no camelô a obra completa dos Beatles. Vou dizer:

-- Desculpe, mas você não experimentou o Sgt. Peppers.

Até quem comprou o CD nos anos 90, não é a mesma coisa. O disco original vinha até com ilustrações para você recortar.

Certas coisas a modernidade não nos rouba.
rodrigo carneiro disse…
Exatamente, rapaz. Aprendemos a ouvir música nos formatos do século passado. Por isso, adoramos coleções de um monte de tralhas lindas. Abraço.
Anônimo disse…
Hoje mostrei essa charge pro Calanca. Nossa! Discursos inflamados (inflamados daquele jeito cool do Calanca, é claro). Eu só ouvi. Ia falar o que? Beijo. Fernanda.
rodrigo carneiro disse…
Imagino os dizeres! Beijo.
akirarw disse…
Ainda gosto do formato, mas a música continua produzindo e este formato não condiz com a realidade. As melhores gravações de jazz estão sendo lançadas em formato digital, novos artístas contemporâneos mantém este gênero vivo e criativo. Eu particularmente acho um pouco enfadonho passar o resto de minha vida ouvindo A Love Supreme e Let It Bleed (2 discos que gosto muito). O que importa para mim é só a música mesmo, pois ela fala por sí só. E olha que eu tenho 30 LP's só do Jimi Hendrix.
rodrigo carneiro disse…
Concordo! Em termos de formato, vale tudo para que a música circule.

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