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"Time will burn", o filme

Eis o trailer oficial de "Time will burn - O rock underground brasileiro do começo dos anos 90", documentário de Marko Panayotis e Otavio Sousa.

Sob o céu de abril

No dia 20 de abril tem Killing Chainsaw, Mickey Junkies e Twinpine(s), com participação de Zé Antonio (Pin Ups), no Z Carniceria, em São Paulo. A noite conta ainda com as discotecagens de Alexandre Matias (Trabalho Sujo) e Plínio (Espaço Retrô). Trata-se de um dos eventos de financiamento do documentário "Guitar Days", de Caio Augusto Braga. Saiba como adquirir o ingresso aqui .

Nesta quinta, 10

A edição de março do projeto Trovadores Do Miocárdio, músicas de amor destiladas em crônicas ocorre nesta quinta-feira, 10, às 22h, excepcionalmente, no Alberta#3, em São Paulo, amigos. Estaremos lá eu, Fausto Fawcett, Junio Barreto, Carolina Fauquemont, Christiane Couto, Mário Bortolotto, Beumondo e Luna Martinelli. Mais informações aqui .

"Essa é a minha casa"

Quando a publicidade chama, eu vou. Eis aqui o meu sussurro (mais precisamente a frase: “essa é a minha casa”) na nova campanha da Chevrolet. E aos amigos da Punch Audio, aquele abraço.

"O Fim do Mundo, Enfim"

A direção é da querida Camila Miranda. A pesquisa, as entrevistas e a consultoria são minhas. A valorosa equipe da Fuego Digital também esteve envolvida. Falo do DVD “O Fim do Mundo, Enfim”, que acaba de ser lançado pelo Selo Sesc. Um recorte documental das comemorações dos 30 anos do festival punk “O Começo do Fim do Mundo”, realizado em 1982, no Sesc Pompeia, em São Paulo. E segue o baile. Um, dois, três, quatro. Mais informações aqui .

Nesta quinta, 04

A primeira edição de 2016 do projeto Trovadores Do Miocárdio, músicas de amor destiladas em crônicas ocorre nesta quinta-feira, 04, a partir das 19h, na Balsa, em São Paulo, amigos. Estaremos lá eu, Mário Bortolotto, Chris Couto, Carolina Fauquemont, Junio Barreto, Beumondo, além dos convidados especiais Luna Martinelli e Daniel Viana. Mais informações aqui .

A propósito daquela noite dominical

Nas três ou quatro vezes em que me apresentei no Centro Cultural São Paulo, lidei com a seguinte informação: na Sala Adoniran Barbosa eu assisti a shows que me formaram conceitualmente. Ali testemunhei Cólera, Os Mulheres Negras, Patife Band, Mercenárias,Itamar Assumpção & Banda Isca de Polícia, Jorge Mautner, Defalla, Ratos de Porão, Akira S & As Garotas que Erraram, Gueto, Violeta de Outono, Fellini, entre outros tantos oradores. No domingo, 17, não foi diferente. Estive eu e minha memória afetiva delirante, ladeado por queridos parceiros de crime, naquela arena sacrossanta e profana. O bagulho foi bem louco. Foto: Caio Augusto Braga