Pular para o conteúdo principal

teste

Amstel https://youtu.be/TQqCkbE_vHE https://youtu.be/09L14Js8VWA https://youtu.be/al6cJYczidI https://youtu.be/D718gIIXiaY https://youtu.be/5nY66p5dhV0 Café Pilão https://youtu.be/xNlYZMTnkAA Puma http://www.youtube.com/watch?v=W7ib-fY5lss TNT https://www.youtube.com/watch?v=TTWBiuoG948 https://www.youtube.com/watch?v=Q1ck-Pq412c Chevrolet https://www.youtube.com/watch?v=IM4SE5LfK8A Documentários Mercedes e Ricardo https://www.youtube.com/watch?v=iKd49wHtrUo&t=955s Contribuição à musica https://www.youtube.com/watch?v=r77X5GPBEQE Música Poema meu https://youtu.be/nrvCC1Pa_CU?si=sGg_PUaLWG-TBBWR Minha banda https://youtu.be/KVYQt_PpjJ8?si=lKMJjNKMwhOeMMlb

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ah, "Picardias estudantis"

Phoebe Cates: intérprete, entre outras, da inesquecível sequência da piscina Noite dessas, eu revi Picardias estudantis (1982), cujo título original, só pra constar, é Fast times at Ridgemont High . Não assistia ao filme, escrito por Cameron Crowe e dirigido por Amy Heckerling, há muitos anos e tive, claro, ótimos momentos diante da tela. Sobretudo por ter a produção um daqueles, como diria o rei Roberto, meus amores da televisão: a atriz Phoebe Cates. No papel da sensualíssima Linda Barrett, Cates, à beira da piscina, em seu biquíni vermelho, é uma das imagens mais encantadoras já produzidas em toda a história do cinema. Feito aqui o registro, voltemos à nossa programação normal.

Executivo e produtor, Marcos Maynard fala de rock, indústria fonográfica, processos e cores

O empresário Marcos Maynard durante encontro de mídias sociais em São Paulo. Foto: Ricardo Matsukawa/Terra Em 2011, fui sondado por uma revista para ser o redator de uma entrevista já feita por outro jornalista. Havia o registro de uma longa conversa entre o repórter e Marcos Maynard, ex-presidente de grandes gravadoras entre os anos 1980 e 2000 e, atualmente, dono do passe do Restart, do CW7, entre outras. Aceitei a encomenda. Entrei em contato com o colega de ofício, sujeito de quem sempre admirei o trato com as palavras, e combinamos dele me enviar o arquivo por e-mail. Ao chegar na minha caixa de mensagens, o link do dito cujo só apresentava os dois primeiros minutos de diálogo. Novo envio, mesmo erro. Tentamos outro desses serviços estrangeiros de compartilhamento. Nada. Fui à casa do jornalista – início de noite agradável, temos diversos amigos em comum, mas não nos conhecíamos pessoalmente. Ele salvou e me deu o material em pen-drive. Mas, de novo, lá estavam só os mesmos dois...