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Três assistidos; um a ver

Ninguém perguntou, mas assisti a “Dave Chappelle: Sticks & stones” (foto), “Alô, privilégio? É a Chelsea”, com Chelsea Handler – ambos de 2019 -, e “Clive Davis: The soundtrack of our lives” (2017), de Chris Perkel, e recomendo vivamente. As três produções chegaram há pouco à Netflix. Soube que “Imagem e palavra” (2018), de Jean-Luc Godard, também figura na plataforma de streaming - algo que o veterano cineasta condena. A ver dia desses.

Ninguém perguntou

Recém-chegados à Netflix, “Chris Rock: Tamborine", após um longo hiato televisivo do humorista, e a terceira temporada - infelizmente, derradeira - do seriado catalão “Merlí” serão alvo do meu consumo desenfreado. Ninguém perguntou, mas é exatamente isso o que vai acontecer.

Sugestão

Eu já adorava o filme que deu origem à série. Agora, terminada a maratona (realizada em dois turnos) de "Cara Gente Branca" – "Dear White People" -, me arrisco a dizer que houve uma superação do longa-metragem de 2014. Ou melhor, um aprofundamento de questão. E não só pela carga horária. Sugiro a ida.

Tirania do romantismo piegas e a Netflix

Personagens de "Lovesick" (anteriormente conhecida como ”Scrotal Recall”) A propósito das séries, ainda que Winona Ryder esteja envolvida, é pouco provável que eu goste de "Stranger Things". Anseio pelas estreias das segundas temporadas de “Love” e “Lovesick” (anteriormente conhecida como "Scrotal Recall"). Afinal, meu romantismo piegas é chegado à tirania: determina até mesmo as minhas escolhas na Netflix.

Acompanhando e adorando