Já fui salvo pela música tantas vezes, que, diante dela, sou um amontoado de dívidas constrangidas. Içado das fossas mais profundas, protagonista de ressurreições, acalentado em manhãs doloridas, cujo peso equivalia a toneladas. Hesitante com a ideia de Deus, ungido pela harmonia, encontro na musicalidade o absoluto possível, a transcendência pulsante, bailarina, o amor inconteste, o verdadeiro e eficaz alento. Oremos, pois. Dancemos. (Um dos meus poemas recentes. Foi lido pela primeira vez no Saguão Fest, no Hotel Bar, em São Paulo, no sábado, 13. Foto: Frederico Finelli)
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado