Estabelecida no início da década de 1970, a minha relação primo-irmão com Reinaldo Vaz sempre foi pautada pela beleza e pela intensidade. E o que me conforta - um pouco - diante da horrenda notícia de sua morte é que vivenciamos, ao modo pleno, a nossa profunda cumplicidade. Inclusive, fizemos menção à ela em recente e corriqueira troca de mensagens. Agora, arrasadíssimo, ouço reggae music e celebro a memória do amado. Que dor.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado