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Não estou acompanhando a Olimpíada londrina. Vi só a abertura, o que está de bom tamanho. Mas meu pai tem assistido. E escrito coisas como esta que compartilho. Estou pensando na Olimpíada de Londres, na diversidade de etnias, povos e nacionalidades que há nesta competição. Penso nos paradigmas que estão sendo quebrados e de outros que estão sendo estabelecidos. Quanto ao que é deficiência, por exemplo. Encantou-me ver a mesa-tenista polonesa que não tem um dos braços. E o corredor sul africano Pistorius, que não tem as duas pernas e corre com próteses d e metal em lugar delas. O machismo viu cair mais uma retaguarda ao constatar que uma nadadora chinesa, ainda uma adolescente, fez um tempo menor que um homem em uma das provas. Foram provas diferentes, cada qual em seu gênero, mas se estivessem concorrendo juntos, ela ganharia. Causou-me também respeito e sentimento de tolerância ver a judoca muçulmana ( não me lembro de sua nacionalidade) que concorreu com a cabeça coberta, como m...