“Power, Corruption & Lies” (1983) dá nome a um dos encantamentos fonográficos cometidos pelo New Order. Capa das rosas de Henri Fantin-Latour e projeto gráfico de Peter Saville. Canções envolventes. Minutos de altíssima beleza. A propósito, é sempre muito adequado o título do álbum. Sobretudo ao Brasil, terra em transe, a Fênix hesitante diante das próprias cinzas.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado