Os irmãos e as belas dançarinas de Femi Kuti. Foto: Camila Miranda O Femi Kuti eu cumprimentei meio de longe. Acenei e o herdeiro de Fela, concentrado, respondeu com um balançar de cabeça e um sorriso discreto, enquanto soprava o saxofone e aquecia a voz. É, o nigeriano e sua trupe tocam e cantam o tempo todo, num verdadeiro pré-show nos bastidores. A aparição de 16 figuras luminosas no camarim vai ser uma imagem difícil de esquecer. Instrumentos em punho, andar dançante, saudações aos presentes, apertos de mão. Astral lá em cima, sabem? O enlevo africano. Uma sensação de suavidade que já tomava o amplo backstage do Sesc Santo André, repleto de gente querida. Gente que se emocionou com o que via ali de pertinho e o que veria em breve no palco. Tomados por aquela vibração incrível, eu, que tive o privilégio de assistir ao primeiro show da big band afrobeat no Brasil em 2000 e estava lá a presenciá-los novamente, e meus irmãos Rodrigo Brandão, responsável pelo festival Batuque - Conex...
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado