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Mostrando postagens com o rótulo literatura

N'A Feira do Livro

No sábado, 14, após a minha performance poética no Tablado Literário das Bancadas, em meio à edição 2025 d'A Feira do Livro, na praça Charles Miller, em São Paulo, tive a oportunidade de autografar alguns exemplares de "Barítono" (2018) e "Afetos sísmicos" (2022), ambos da Terreno Estranho; o que é sempre algo fascinante: dedicar, de próprio punho, a obra a leitoras e leitores. A destemida casa editorial que publica os meus delírios esteve no evento até o dia do encerramento, 22. Foi bonito. Viva a literatura! Foto: Nilson Paes

Palestrante style

Nos dias 14 e 21 de agosto, das 14h às 17h, eu ministro o ciclo de palestras “Literatura e rock’n’roll: a intensidade do diálogo entre as linguagens” no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc, em São Paulo, amigos. Felicidade e responsabilidade imensas discorrer acerca das minhas obsessões. As inscrições estão abertas aqui .

Com a palavra, Ferlinghetti

"Quando alguém escreve para valer é, em essência, um ativista. É importante agir. Não dá para ficar sentado em casa. Não fique sentado aí, seu estúpido, o mundo está em chamas (risos)." "Recusei o prêmio do PEN Club da Hungria depois de descobrir que parte do dinheiro vinha do governo daquele país, que hoje é um dos mais autoritários da Europa e cujo primeiro-ministro andou homenageando um nazista. Foi difícil negar o prêmio, porque € 50 mil é mais do que eu ganhei com poesia durante toda a minha vida, mas não tive escolha." "Eu me associei aos beats mais por ter sido editor deles. Mas minha poética é diferente. Minha poesia foi influenciada por franceses como Apollinaire, Jacques Prévert e outros voltados para a cultura europeia. Os beats não iam por esta linha. Havia outra diferença. Sou heterossexual. Metade dos beats era gay." (Lawrence Ferlinghetti, trechos da ótima entrevista concedida a Cassiano Elek Machado, publicada neste sábado, 17, no cad...