Apesar de pagar a fatura dos cartões corporativos, ou seriam cartões governamentais, como questionava um comentarista político na manhã desta quinta-feira, eu não tinha visto ainda a carinha de um deles. Muito prazer seu cartão. Agora estou tranqüilo. Que venham mais contas de free shop, restaurantes, choperias, veterinário, loja de instrumentos musicais, joalherias... Os tais cartões, você sabe, estão em poder de gente que ocupa postos-chave na administração pública e que faz pagamentos de urgência, compra serviço, adquire produto ou cobre gastos de viagens não-programadas.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado