(Armando Freitas Filho) Só sei ser íntimo ou não sei ser. O que escrevo me ameaça de tão perto. Amassa mãe, pai, filhos, mulheres os de sangue símil, os de romance os de tinta de impressão, de árvore venosa de folhas variáveis no vento das estações, no ferido almofariz com o mesmo pilão de pedra sem lavar, e entre uma socada e outra o silêncio do punho fechado.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado