Durante um período, de triste memória, eu e alguns companheiros de redação tínhamos como incumbência a cobertura do Big Brother Brasil , que chega à 12ª edição nesta terça-feira, 10. Em meio às obrigações de cada editoria – a minha musical -, acompanhávamos os passos dos participantes antes mesmo da entrada na famigerada casa e não desgrudávamos os olhos da tela, dos relatórios e das fofoquinhas. Havia inclusive uma TV ligada o tempo todo no pay-per-view com a aborrecida rotina dos brothers. Tudo rendia notas, factóides e materinhas de (in)utilidade pública. Era preciso estar atento e forte aos paredões, às intrigas. O pior eram os plantões de final de semana encerrados com a chave de ouro da eliminação – ou era a indicação para a eliminação? Já não me lembro - de algum infeliz. Atenção, atenção. Beirando a loucura com o passar das edições, eu questionava o meu ofício e o interesse da audiência num programa como aquele – de acordo com o Ibope, o BBB-11 , vencido no ano passado por uma ...
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado