Tomar o chá da tarde com o meu amigo Boris Karloff, durante as gravações de "Frankenstein", filme de James Whale, não tem preço. Estamos em 1931. Na maior curtição.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado