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Mostrando postagens com o rótulo Itamar Assumpção

No "Obra Fechada"

Sou o convidado da edição desta semana do ótimo "Obra Fechada”, um podcast, como define o apresentador Marcelo Fonseca, sobre pessoas, discos, livros e audiovisuais com pessoas falando de discos, livros e audiovisuais. O álbum “Belelú Leléu Eu” (1980), de Itamar Assumpção & Banda Isca de Polícia, é o tema da nossa agradável conversa. Episódio disponível nas plataformas digitais .

MU.ITA.

O par de óculos que ilustra o post é um dos diversos itens do recém-lançado MU.ITA. , Museu Itamar Assumpção. Sugiro imersão.

Eu e Itamar

Há algumas semanas o meu amigo Jair Marcos postou o link da música “Fico louco”, de Itamar Assumpção e Banda Isca de Polícia. A postagem gerou uma série de likes e comentários. Afinal, trata-se de mais uma das belezas cometidas pelo saudoso artista de Tietê (SP). Lá pelas tantas, Marcos escreveu – marcando-me: “Querido Carneiro, você me lembra muito ele, e vice-versa. Há, inclusive, uma boa semelhança no timbre de voz. Abraços, man!”. Agradeci a lisonja – ah, a bondade descabida dos amigos –, apertei a opção “amei” e respondi: “Um dos meus heróis desde sempre. Estivemos juntos em três ocasiões bem especiais. Aquele abraço, querido”. Diante da resposta, o eterno guitarrista do Fellini quis saber mais: “Rodrigo, chegaram a tocar e se apresentar juntos?” Não chegamos a tocar juntos – o que seria algo, na falta de melhor definição, surreal. As tais três vezes foram cousas outras. Sempre tangenciado a música, claro. Mas cousas outras. Vejamos a primeira: fui apresentado a ele no escritó...

Enquanto isso, em 1980

Sim, meu amigo Carlos Neves, o mitológico Carlão, esteve lá. "Foi a primeira vez que eu assisti ao Itamar", nos diz o homem, testemunha ocular da história, a respeito de uma das noites de gravação do álbum Beleléu, leléu, eu (1980). Inveja pode?