No tocante à efeméride do fim de março, francamente, não há nada a ser comemorado. Sob a luz do óbvio estão o despropósito, o exibicionismo, a piada trágica e uma série de outros bichos que não têm nome.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado