Nos anos 1980, eu e os meu parceiros de gangue não entendíamos uma palavra do que diziam as letras - havia uma vaga ideia -, mas adorávamos as músicas - sons, pra usar um termo da época - do Asta Kask, banda punk sueca.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado