Ao que me parece, o tormento foi o parceiro mais constante da alma de Michael Jackson, artista completo. Deve encontrar a paz agora.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado