Procuro as chaves que abram sobretudo as portas tortas Madeira polida que em sua hermética tragam jóias e tormentos a mim desconhecidos e bato afoito nos bolsos do lado no desejo de encontrá-las Hei de esconder meu chaveiro de prata que me envergonha - não pelo material que pode ajudar-me em dias de falta - mas pelo encaixe perfeito à fechadura de outras portas, justamente as nem tão tortas.
Samplers literários, produções próprias, citações de terceiros e quartos, autopromoção desavergonhada, convites irrecusáveis, beijos roubados, blablablás, terrorismo esporte fino e outros delírios num blog de Rodrigo Carneiro, seu criado